terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Tambor

                                                                     TAMBOR


Na história de instrumentos musicais da China, o tambor apareceu muito cedo, mais ou menos de 3.000 anos atrás. Na antiguidade, o tambor não apenas era usado em oferecimento de sacrifício e acompanhamento de dança, como também no combate contra os inimigos e expulsão de animais ferozes, além de instruir o tempo e dar alarme. Com o decorrer do tempo, o tambor vem sendo aplicado em uma variedade de ocasiões, como dramas, apresentações, festivais e competições esportivos.
O tambor é composto por a pele e o corpo, uma estrutura simples. A pele, sempre pele de animais, é a unidade de emitir o som ao ser tocada com martelinhos. Na China, o instrumento tem vários tipos.

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saxofone

 

saxofone

Ao contrário da de muitos dos instrumentos tradicionais, que para chegar ao seus formatos atuais foram evoluídos de instrumentos mais antigos, dos quais muitas vezes não se conhece o inventor, o saxofone foi um instrumento deliberadamente inventado. Seu inventor foi o belga Antonie Joseph Sax, mais conhecido pela alcunha de Adolphe Sax. Filho de um fabricante de instrumentos musicais, Adolphe Sax aos 25 anos foi morar em Paris, onde começou a trabalhar no projeto de novos instrumentos. Ao adaptar uma boquilha semelhante à do clarinete a um oficleide, Sax teve a ideia de criar o saxofone. A data exata da criação do instrumento foi em 28 de junho de 1840.
Ao longo do tempo, diversas modificações foram feitas, como a chave de registro automática, introduzida no início do século XX em subistituição às duas chaves de registro que deveriam ser alternadas manualmente pelo instrumentista. Entretanto, as características gerais do instrumento permanecem as mesmas dos originais criados por Adolphe Sax.

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Cavaquinho

 
 Cavaquinho:
 instrumento cordofone que soa por dedilhado, menor que a viola, de grande popularidade como acompanhador e mesmo solista nas orquestras do povo. O ponto é dividido em 17 trastos; tem quatro cordas de tripa ou de metal, afinadas normalmente em ré-sol-si-ré ou, mais raramente, em ré-sol-si-mi (este mais utilizado por pessoas que já tocam violão e não querem ter que aprender outros acordes). O efeito assemelha-se ao do bandolim ou da bandurrilha.
O cavaquinho é procedente de Portugal, onde também é conhecido por braguinha, braga, machete, machetinho, machete-de-braga. Usado em Cabo Verde, Moçambique e nas congadas paulistas (Brasil). O cavaquinho tem uma afinação própria da cidade de Braga que é ré-lá-si-mi
No Brasil esse instrumento forma historicamente o conjunto básico, junto com o bandolim, a flauta e o violão, para execução de choros. Waldir Azevedo é o mais conhecido músico de choro que tocava esse instrumento. Considerado, ainda em vida, como seu sucessor, o músico paulista Roberto Barbosa, mais conhecido por Canhotinho, é hoje considerado uma das principais referências no instrumento, por ter aprimorado a técnica deixada por Waldir Azevedo. Canhotinho é há cerca de 40 anos o arranjador do renomado conjunto de samba Demônios da Garoa.
 
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A orquestra e suas familias




Você pode conhecer mais sobre a música de orquestra em ocasiões como os Concertos da Juventude. Esta série de espetáculos foi criada pela OSB em 1943 para que novos públicos se aproximassem das obras e das curiosidades que envolvem a música sinfônica. Confira a agenda das próximas apresentações e venha aprender sobre os detalhes que formam uma orquestra com a OSB.

Em 2011, a Fundação OSB criou o Centro de Educação Musical Brasileiro, que tem a missão de desenvolver, em parceria com professores, novos métodos e abordagens para o ensino da música nas escolas. Ao longo do ano, o CEMB realizou, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro e o Conservatório Brasileiro de Música, o I Curso de Formação Continuada em Educação Musical, que trouxe a participação de especialistas em ensino musical para dialogar com professores da rede pública. Ações assim caminham junto aos Concertos Didáticos que os músicos da orquestra têm apresentado em diferentes escolas do Rio de Janeiro. Confira alguns momentos desses encontros!


 fonte:
 http://www.osb.com.br/paginadinamica.aspx?pagina=educacao

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Violoncelo

Violoncelo

Construído no século XVI, à maneira do violino e para ser tocado como a viola de gamba, pelos mestres italianos Andres Amati, Gasparo da Salò, Maggini e outros, esse instrumento de timbre grava e aveludado tinha a função de reforçar os baixos da orquestra.

Em seus primórdios, exercia papel secundário, sendo utilizado ora como baixo contínuo, juntamente com o cravo, ora como simples pedal da orquestra. Somente a partir do final do século XVII é que se firmou como instrumento solista, substituindo a “viola de gamba”.

De estrutura semelhante à do violino e à da viola, diferencia-se destes pelo comprimento (1,19 m.), como também pela caixa de ressonância, proporcionalmente mais funda. Possui 4 cordas afinadas uma oitava abaixo das cordas da viola, também em quintas (dó1, sol1, ré2 e lá2), e seu registro médio é de 3 oitavas e meia.

A princípio, o corpo do violoncelo variava de dimensões. O comprimento atual foi fixado no século XVII, por Stradivarius. Assim como o violino e a viola, é indispensável na orquestra sinfônica e no quarteto de cordas.


  fonte:
http://www.csvp.com.br/banda/instrumentos_cordas.asp

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Instrumento musical

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Pormenor da ponte de um violoncelo.
Um instrumento musical é um objecto, ou objeto, construído com o propósito de produzir música. Os vários tipos de instrumentos podem ser classificados de diversas formas, sendo uma das mais comuns, a divisão de acordo com a forma pela qual o som é produzido. O estudoorganologia. dos instrumentos musicais designa-se por
A data e a origem do primeiro aparelho considerado como instrumento musical é objecto de debates. Arqueologistas tendem a debater o assunto referindo a validade de várias evidências como artefactos e trabalhos culturais.
Instrumentista é aquele músico que toca algum instrumento. Observação: Pode soar estranho mas, na verdade, nem todo músico é um instrumentista (também chamado de concertista, na música erudita). Alguns músicos seguem uma carreira sem tocar instrumento algum, como a de: Bibliotecário; Terapia Musical; Engenheiro de Som; Produtor Musical; Historiador; Educação Musical; Direito Musical; Jornalismo em Música; Impresário Musical; Disc ou Video Jockey; Diretor de Programação; Designer de Software ou Hardware de Música; Musicologia; Musicografia; até mesmo o Compositor pode saber tudo sobre os instrumentos, mas não tocar nada; Estes não são intérpretes, mas os maiores estudiosos acadêmicos do campo de Música, noutras especializações.

musica na escola

Valéria Boaretto
Faço minhas as palavras de Monica Cristina M de Souza, e é a nossa realidade, infelizmente a direção das escolas não está dando a mínima importância para o ensino de música. Pra maioria dos diretores o professor de qualquer área pode dar aula de música, eles ainda não entenderam que o professor de música tem todo o conhecimento sobre ritmo, propriedades do som, e todas as habilidades para poder passar para os alunos a matéria corretamente, o que os outros professores farão é trazer musiquinhas pra ensinar para os alunos, isso as professoras do infantil ja fazem.E tem outra questão, o profissional da área de arte também não aprendeu educação musical na faculdade, falo isso por experiência própria. Sou formada em música toco vários instrumentos e tenho faculdade de arte. Na faculdade foi pincelada a matéria de música, mas nada que se usa em uma sala de aula. Então eu também concordo que o professor de música tem que ser específico da matéria. Outra questão é que não bsta saber tocar um instrumento pra poder dar aula de música você tem que ter experiência com Educação musical, pois lecionar música em escolas é bem diferente de ensinar a tocar um instrumento. É claro que isso ajuda muito, pois o profissional domina toda a parte de divisões ritmicas, notas etc mas a didática em sala de aula é um pouco diferente. Bjs pra todos e vamos ver se as escolas colocam mais música para nossos alunos assim quem sabe diminuiremos muito a violência e despertaremos novos talentos adormecidos.